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Forno de Laqueamento

Os fornos de laqueamento de vidro da Mainz Máquinas oferecem alta performance, excelente qualidade e o melhor custo-benefício do mercado.
Alta Performance
Forno Modular
Economia de Energia
Projetos Personalizados

Fornos de laqueamento

Antes da tempera de vidro, o mesmo deve ser cortado, lapidado e furado de acordo com as necessidades de projeto, pois após ser temperado não podemos mais modificá-lo.

Atualmente as temperas trabalham com 3% de perca da produção, isso acaba impactando gravemente e, pensando nisso, a Mainz desenvolveu um forno capaz de destemperar o vidro, dessa forma é possível corrigir
possíveis erros cometidos nesse processo.

Assim as temperas de vidro conseguem recuperar os vidros temperados de forma errônea.

Forno para destemperar vidro
Forno para destemperar vidro
Forno Laqueamento de Vidro

Características

O vidro pode ser pintado de diversas formas, mas o diferencial está no tipo de tinta utilizada. Atualmente os tipos de tinta mais utilizados são a base de água denominada pintura frio e com tinta cerâmica denominada pintura a quente.

O processo de pintura a frio pode ser realizado através de pulverização ou cortina de tinta, proporcionando uma pintura uniforme em toda superfície do vidro. Para o Processo de pintura a quente a cura da tinta é necessária para o manuseio e sua aplicação é feita através de pulverização ou tela.

O processo de pintura a quente proporciona durabilidade na pintura, uma vez que a tinta se funde ao vidro, entretanto o método de processamento é bem mais complexo que o de pintura frio.

Os modelos de tinta cerâmica utilizados no mercado necessitam de 650°C para completar a cura total, porém uma secagem a temperatura de 200°C já é suficiente para manusear o vidro para o forno de tempera de vidro, entretanto  pelo fato de que a pintura não estar completamente fundida ao vidro deve-se manter cautela no manuseio pois nesta fase a tinta pode riscar com facilidade.

Há uma outra forma para envio do vidro cortado,  lapidado ou em chapas, desta forma um processo de cura é realizado a uma temperatura de cerca de 400°C. Nesta etapa a tinta já se funde ao vidro e cria resistência mecânica suficiente para transportar o mesmo sem danificá-lo.

Para isto criamos um equipamento capaz de curar a tinta aquecendo o vidro até 400°C e resfriando-o sem adquirir tensões superficiais. Nosso equipamento é totalmente modular pensando na capacidade de produção, possui sistema de convecção forçada e resfriamento gradual.

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